Prefeitura de Ceres esclarece que suspeitos por aborto clandestino não têm vínculo com a rede municipal de saúde

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A Prefeitura de Ceres, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta terça-feira (5) uma nota oficial sobre o caso que envolve a morte de Gabriela Patrícia de Jesus Silva, de 20 anos, após um aborto clandestino realizado em um motel da cidade.

No comunicado, a administração municipal esclarece que os dois suspeitos detidos — um dentista e uma técnica de enfermagem, ambos de 24 anos — não têm qualquer vínculo com a rede pública de saúde de Ceres.

A Prefeitura afirmou que acompanha o caso com atenção e responsabilidade, expressou solidariedade à família da jovem e reforçou seu compromisso com a ética, a legalidade e o cuidado à vida. O município também se colocou à disposição para prestar esclarecimentos que se fizerem necessários.

Gabriela morreu após passar mal durante o procedimento, segundo as investigações. O caso segue sendo apurado pela Polícia Civil e está, até o momento, tipificado como aborto qualificado.

Confira a nota na íntegra:

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